Lançamento do cartaz sobre a instalação “Calado do Cais” com texto do crítico Josué Mattos e exibição do curta metragem “Macuco” (17′) de Mauricio Adinolfii na Galeria Pilar!
08 de agosto de 2017
"Calado do Cais" foi uma instalação realizada pelo artista Maurício Adinolfi na areia da praia de Santos com dois barcos de madeira tradicionais da cultura caiçara. As embarcações foram retrabalhadas pelo artista e instaladas (semi-enterradas) na areia da praia do Gonzaga em direção ao canal de entrada do Porto de Santos/SP.
A instalação parte da reflexão sobre o resíduo das intervenções urbanas e naturais, contrapondo os barcos tradicionais de madeira que relutam em existir à expansão portuária e à escala das grandes embarcações que adentram o porto de Santos, discutindo o processo de urbanização, a diminuição do espaço de areia da praia e a disputa entre cidade e mar.
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19h exibição do curta
"Macuco" é um vídeo experimental que trata da relação humana com o mar. Filmado no litoral da baixada santista, entre barcas, catraias e navios, tem como protagonistas: um homem e uma mulher, um túnel, a chuva e o oceano.
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Créditos:
Macuco
Um filme de Maurício Adinolfi, com Márcio Barreto e Virgínia Spósito.
Direção: Maurício Adinolfi
Fotografia e Edição: Aidê Resende
Desenho de som e mixagem: Luis Lamusse
Cor: Luanna Nepomunceno
Maurício Adinolfi participa da 66o Salão Paranaense no Museu Oscar Niemeyer
05 de julho de 2017
A 66ª edição do Salão Paranaense, um dos mais importantes eventos de artes visuais do país, abre no dia 8 de junho, quinta, às 19h, no Museu Oscar Niemeyer (MON).
Os 25 artistas foram selecionados por uma comissão curatorial composta por três membros: Cauê Alves, Danillo Villa e Gaudêncio Fidelis. São 85 obras como vídeos, instalações, fotografias, pinturas, desenhos e objetos.
Trabalhos do recém falecido Marcello Nitsche são expostos na galeria PILAR, incluindo série inédita.

A galeria Pilar presta homenagem a Marcello Nitsche, falecido em 2 de março deste ano. O artista não tinha receio ao experimentar diferentes linguagens e soma trabalhos em gravura, escultura, vídeo e pintura. Com bastante senso de humor, eles, em sua maioria, apresentam elementos gráficos e uma evidente aproximação com a arte pop. Diante dessa diversidade, estão expostos 40 trabalhos, incluindo uma série especialmente pensada para a mostra.
Galerias são a engrenagem da arte comtemporânea em São Paulo

Conheças as 17 principais galerias de arte da cidade, saiba o porquê da relevância desses disputados espaços e quais exposições podem ser visitadas durante o mês de maio.
A cidade de São Paulo é um microcosmo empolgante dentro do cenário de arte contemporânea internacional, graças ao seu acervo de galerias de arte. A cidade que abriga a segunda mais antiga Bienal do mundo, vem se tornando, cada vez mais, um importante pólo de produção de arte impulsionado pela recente internacionalização desse mercado.
Sidney Amaral participa de coletiva na Pinacoteca.

Há poucos anos, em uma enquete televisiva, ao perguntarem aos paulistanos qual imagem de São Paulo melhor representaria a cidade, eles escolheram a Avenida Paulista. Para Tadeu Chiarelli, diretor geral da Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, os parisienses teriam escolhido a Torre Eiffel, caso lhes fosse feita a mesma pergunta; os romanos, muito provavelmente escolheriam o Coliseu; os portenhos, a Casa Rosada, mas os paulistanos, não: ao invés de optarem por um monumento, um marco arquitetônico ou histórico, elegeram uma via de acesso.
André Ricardo é indicado ao Prêmio Pipa 2017

André Ricardo é pintor, num contexto em que a pintura já foi várias vezes colocada em xeque – pela tradição modernista e pelas práticas contemporâneas. Ele trabalha, portanto, a contrapelo das tendências mais atuais da arte contemporânea. Mas esse suporte se traduz, para ele, num fazer artístico de seu próprio tempo, em que ele busca operar uma síntese dos elementos do espaço urbano por meio da cor.
Bruno Baptistelli participa da mostra “Obra” com curadoria de Federico Baeza na Galeria Pasto em Buenos Aires!

Dentro del boom inmobiliario global anida una tensión social pocas veces interrogada: miembros de una clase construyen un lugar que será habitada por otra. En la transición de la obra en construcción se recorta un pequeño escenario de los conflictos, una superposición de los usos y las costumbres. Cualquier movimiento en falso amenaza con hacer estallar en pedazos los acuerdos tácitos. Obra también alude a otro boom gemelo: la expansión de ese gastado lugar común que llamamos arte contemporáneo, territorio no exento de desequilibrios y luchas entrópicas. En este clima, artistas procedentes de dos megalópolis latinoamericanas catastróficas, Federico Cantini y Sofía Durrieu de Buenos Aires, Bruno Baptistelli y Pedro Caetano de San Pablo, habitan de manera precaria esta zona en conflicto.